segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ripa da chuleta e coração de frango

A ripa da chuleta é uma parte traseira da costela que se presta a um assado na parrilla ou no espeto. Em qualquer dos dois, fica excelente. Abaixo, uma que fiz no espeto, acompanhado de corações de frango.

 

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Coração de frango que temperei com sal fino e adobo.

 

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A ripa da chuleta com sal grosso.

 

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sábado, 12 de maio de 2012

Paleta de borrego e chinchulin, na churrasqueira móvel

 

O borrego (o carneiro adolescente) abaixo ficou excelente. Assei ao meu gosto, espetado, e temperado só com salmoura. Tenho diversas receitas de salmoura para carnes ovinas, mas desta vez usei a mais simples: sal grosso, água quente e adobo. Outras variações incluem suco de limão, vinagre, vinho, azeite, molho de alho, o que lhe regale.

Bueno, de tira-gosto, assei em uma grelha de peixe uns chinchulines, i.e., o intestino delgado da vaca. Quem tem nojinho, que vá à merda, pero é uma entrada que tem um sabor excepcional, se bem preparado. Temperei o chinchulin com sal fino e assei meio longito do fogo, deixando que ficasse mais pra cozido, mas sem secar.

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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Braseiro pra sete pessoas

Primeiro coloquei as achurras, que é o que precisa ficar pronto primeiro. Lingüiça fina, coração de cordeiro, riñones (os rins do cordeiro), uma calabresa, e vegetables: cenoura, tomate e cebola. Um bom parrillero sabe dispor harmoniosamente das peças. O resultado é bonito e fica melhor organizado para o trabalho.

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Acrescentri depois o contrafilé para os bifes de chorizo, as costelinhas finas (asado de tira) e um pão com alho, o qual, embora seja aperitivo, não precisa ir tão cedo pra parrilla, pois pode torrar. Ele vai pouco antes de comermos.

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terça-feira, 8 de maio de 2012

Picanha de churrascaria

 

É a picanha cortada em medalhões em forma de meia-lua. Escolhe-se uma peça de picanha com boa distribuição de gordura na volta, uma bela capinha de graxa. Não pode pesar mais do 1,4kg. Do contrário, é coxão duro embutido na picanha. Foge das milagrosas picanhas enormes. Elas “no eczistem”, como diria o Pe. Quevedo!

 

Comprada, se tiram os medalhões, com espessura de dois dedos.

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Espeta-se:

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Salga-se com “la sal gruesa”:

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Coloca-se nas brasas:

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Quando estiver pingando sangue e brilhosa por fora, dá uma virada por alguns segundos ou minutos do outro lado, tira e serve:

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sexta-feira, 4 de maio de 2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Paella riograndense à moda Don Brodbeck


Agora não se trata de assado, mas de bóia de forno e fogão. Uma adaptação gaúcha da famosa paella espanhola. Em vez de frutos do mar, carnes: linguiça fina de porco, linguiça calabresa, coxão mole bovino, rim de cordeiro, charque, coração de frango, e peito de frango desfiado.
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Hora de "frigir" as carnes e o bacon. Temperar com sal fino, adobo e alho picado.
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As carnes foram retiradas e na mesma panela de paella se colocam os vegetais (cenoura, abobrinha, ervilha, pimentões, cebola e tomate) para refogar.
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Depois de cozidos os vegetais, voltam as carnes para a panela. Aproveitei uns filés de peito de frango que tinha na geladeira e acrescentei também.
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Hora de colocar o açafrão misturado ao caldo de carne, e o arroz. Colocar vinagre balsâmico também.
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Pronta e decorada com pimentões nas cores e formato da Bandeira do Rio Grande!
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